É bem verdade que a literatura faz isso (alguns conselheiros também...) pelo efeito reverso, é como mostrar o veneno pra explicar o remédio... O fim trágico segue de alerta a respeito de que tudo que foi feito não deve ser repetido, pois a tragédia é certeira!
É como a didática das fórmulas prontas, que, se por um acaso serve a resolver alguns problemas, nunca saber-se-á ao certo o propósito de tal feito, tal qual aprender física por fórmulas feitas sem nunca vislumbrar a mágica dos questionamentos sobre o universo que as originou...
Somos uma geração de livros de autoajuda em redes sociais (desconfie, sou apenas mais um... que aprendi com esses tantos e agora reciclo tudo como lixo trajando-me de originalidade...), de coaches de como ironizar coaches, de velhos conselheiros de ponto de ônibus (sem tal sociabilidade, porque nos enfiamos solitários em carros de aplicativo...), ou melhor, de velhos conselheiros de calçada (sem varrer o próprio apertamento...) travestidos de ideias jovens e descoladas de tamanha liberdade a ponto de coagir a falta de liberdade alheia...
Todo mundo sabe por que não se relacionar (num dia...) e porque se relacionar (no outro...), dependendo da sua suprema experiência individual... Tão madura (no sentido de maturação, de tempo de cozer, de tempo de plantio, semente, rega, crescimento, maturação e, talvez, queda, ou colhimento...) quanto suas relações...
Somos a geração sustentabilidade, especialistas em reciclar lixo interno e vender como decoração. Lindimais!
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